Nós amamos ilusão de ótica!

Não é feitiçaria, nem tecnologia.

Dê o play e acredite!

Praga das Lesmas na Catedral italiana

Animais coloridos espalhados pela cidade parecem ter virado uma tendência. Depois dos pombos em Liverpool é a vez das lesmas em Milão.

Visitando uma igreja histórica da cidade italiana, turistas e curiosos se surpreenderam. Estavam acompanhados de 50 lesmas. As amiguinhas lentas invadiram o local graças ao trabalho do coletivo de arte internacional Cracking Art Group. Foram usadas lesmas gigantes feitas em plástico reciclado para chamar atenção aos reparos e restauração mais que necessários na Catedral de Milão. Elas representam a deterioração da arquitetura com o tempo.


A proposta é parceria do coletivo com a Duomo e a Opera d’Arte de Milão.

Luz, câmera = Ação

Já percebeu o quantidade de ações e projetos realizados com luzes? E não estamos falando apenas de projeção mapeada. Temos visto uma quantidade de interações em que as pessoas manuseiam ou simulam esse recurso fazendo dele um protagonista mais encantador ainda.

O V Motion Project  projeto combina os talentos coletivos de músicos, dançarinos, programadores, designers e animadores para criar um instrumento visual surpreendente. O que se vê é a criação de música através do movimento através do Kinect.

Este a seguir faz a chamada light painting. Neste caso, a intenção é produzir um vídeo e não houve audiência ao vivo já que a maioria dos efeitos são pós-produção.

Live action light painting // TECH:TEST from Anssi Määttä on Vimeo.

E por último, temos uma projeção mapeada com direito um participante que atua com personagens e elementos os quais se formam durante a transmissão.

Projection mapping live performance art – The Alchemy of Light by a dandypunk from a dandypunk on Vimeo.

Juntos somos um…carro

Poderia ser apenas uma carro batido.

Se a matéria prima não fosse feita de pessoas.

Essa é a proposta da artista plástica Emma Hack. Ela colocou doze mulheres e cinco homens juntinhos para pintar uma obra de arte feita de gente. Foram exatamente 18 horas para retratar um carro batido nos 17 modelos.

Segunto Emma, algumas [partes] eram bem óbvias, como os pneus, o rosto como espelho lateral e o braço como parachoque. No estúdio, Emma pintou cada modelo antes de colocá-los na posição para formar o veículo.

A trabalheira conceitual tem rendido muitos resultados em termos de divulgação. “Tecnicamente, este provavelmente foi o trabalho mais difícil que eu já realizei. É realmente mágico como ele se popularizou.” – comemora a artista pela segunda vez. A primeira vez a ganhar fama foi com o clipe “Somebody That I Used To Know” da banda Gotye.

Diversão no balanço das águas

Apesar do projeto não ser muito novo a gente faz questão de registrar a ideia aqui no blog. É que assim como a intervenção com lâmpadas que formavam nuvens, o balanço criado pelos artistas Mike O’Toole, Andrew Ratcliff, Ian Charnas e Andrew Witte mexe com o lúdico e não requer grandes investimentos financeiros. Por essas e outras, a interação é ótima.

Conhecido como Whaterfall Swing, o balanço brinca com a ideia de vai e vem que o objeto faz enquanto a pessoa toma empulso. E nesse meio tempo, um chuveiro cai no meio da estrutura dando a ideia de risco de se molhar…mas não é o que acontece.

Fora que dá para fazer vários desenhos com o jato de água. Simples, né? Mas divertido e inspirador.

Um quadro aqui, outro acolá…

Daquelas ideias que você vai dizer: por que eu não pensei nisso antes???

O artista plástico californiano Randy Noborikawa pinta quadros os quais você pode pagar por um e levar dois. Por que? Simplesmente porque ele usa uma singela técnica de alto relevo na tela e as ondulações permitem que ele possa pintar duas imagens no espaço de um quadrado. O método é conhecido como pintura lenticular, uma técnica tradicional para construir ilusões de ótica, mas nunca tinha visto sendo usada dessa forma, como imagens totalmente distintas.

Enjoy!

Sobre o quanto os adultos ainda gostam de brincar…!

Lembra quando você era criança e adorava controlar a lâmpada acendendo e apagando-a com o interruptor de luz? Até que quem interrompia de vez era a sua mãe: “a lâmpada vai queimar!” Um balde de água fria na diversão.

Então imagine agora, você adulto realizando a mesma brincadeira. Improvável? Pois a instalação criada pelo artista Caitlind r.c. Brown, em Alberta, no Canadá comprova o quanto os adultos ainda se divertem com fenômenos tão simples.

São apenas lâmpada, isso mesmo, lâmpadas reunidas formando uma nuvem de 6 mil, no total. Cada grupo de lâmpadas tinha um cordão para acender e apagar. SÓ! Deu para entender?

CLOUD: An Interactive Sculpture Made from 6,000 Light Bulbs from Caitlind r.c. Brown on Vimeo.

Corações pelas ruas de Montreal

O artista canadense Peter Gibson, mais conhecido como Roadsworth resolveu espalhar diversos tipos de corações pelas ruas de Montreal. Ele utilizou superfícies inusitadas para desenhar suas obras, deixando toda a população da cidade emocionada.

Poderia até ser considerada uma intervenção romântica não fosse o nome escolhido pelo artista para batizar a série: Dead hearts (“corações mortos” em português). Atualmente, Peter é famoso em diversas partes do mundo e já ganhou uma coleção de prêmios por suas obras.

Para ver todas as imagens basta entrar no site roadsworth



Garrafa Pet cobrindo estacionamentos…

Em tempos de sustentabilidade, garrafa pet é usada como matéria prima para decoração e até transformação em tecido. Tem coisas que dão certo, mas tem outras em que o bom gosto passa voando, né?

Na experiência abaixo vemos garafas formando uma bela cobertura para carros. Dá para mudar as cores conforme a cor do líquido nas garrafas. O projeto é do designer norte-americano Garth Britzman, o qual resolveu formar desenhos abstratos com as cores dos conteúdos. Boa ideia para se adaptar por aqui!

Existe <3 em SP

Alguns projetos artísticos têm contrariado a afirmativa do músico Crioulo de que  “Não existe amo em SP“.  Pelas ruas da capital da garoa ou pela internet, pessoas estão se manifestando à procura de humanidade em uma cidade tão concreta e alcançado bons resultados.

Nos últimos meses, os paulistanos puderam presenciar a iniciativa “Aqui bate um coração”, na qual monumentos e estátuas de diversos locais receberam um coração vermelho. Numa madrugada de domingo para segunda jornalistas, cineastas e publicitários distribuíram-se pela região central para colocar os tais corações em seus devidos lugares… No outro dia o público que passava com pressa pelas ruas, ainda que desviasse sua atenção rapidamente, poderia olhar para dentro e lembrar por um instante que tinham coração. Se ouvesse um report sobre a ação, ia incluir muitos registros em istagram, compartilhamentos no facebook, tweets e a grande imprensa abrindo espaço para a proposta.

 

A outra ideia que saiu do papel, e que é mais recente, é “Tudo bem, Tudo bom” em que 15 talentosos e profissionais que dividiram seus segredos sobre São Paulo na forma de histórias bem humoradas. O nome do projeto vem das tentativas dos brasileiros em explicar a diferença entre “Tudo bem” e “Tudo bom” a um gringo.

 

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